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terça-feira, 27 de julho de 2010

QUALQUER COISA, DE QUALQUER JEITO!

"Naquele dia, depois de derrotarem os filisteus, desde Micmás até Ajalom, os israelitas estavam completamente exaustos. Eles então se lançaram sobre os despojos e pegaram ovelhas, bois e bezerros, e mataram-nos ali mesmo e comeram a carne com o sangue. E alguém disse a Saul: `Veja, os soldados estão pecando contra o SENHOR, comendo carne com sangue'. Ele disse: `Vocês foram infiéis. Rolem uma grande pedra até aqui. Saiam entre os soldados e digam-lhes: Cada um traga a mim o seu boi ou sua ovelha, abatam-nos e comam a carne aqui. Não pequem contra o SENHOR comendo carne com sangue'. Assim, cada um levou seu boi naquela noite e ali o abateu."
1Samuel 14.31-34


Os soldados de Saul estavam exaustos porque aquele rei lhes havia imposto um juramento impensado, dizendo: " `Maldito seja todo o que comer antes do anoitecer, antes que eu tenha me vingado de meus inimigos!'. Por isso, ninguém tinha comido nada." (1Samuel 14.24)

Mas pessoas mal alimentadas não realizam direito as suas tarefas, não é? Não são produtivas, não são resistentes, não raciocinam direito nem são tão hábil e eficazes quanto poderiam ser se não fossem anêmicas. Anêmico espirituais também não.

E pior: quando o povo passa fome, ele se sujeita a comer qualquer coisa que apareça na sua frente. A China é um grande exemplo. Por causa da pobreza e da fome que muito já abateram aquela gigantesca população de mais de um bilhão de habitantes, para sobreviver aquele povo teve que aprender a consumir de tudo. Espetinhos de escorpiões, de aranhas, de baratas e de centopeias, farofa de vermes, sanduíches de folhas de bananeira com besouros, etc, são alguns dos itens que passaram a fazer parte do cardápio diário da alimentação dos chineses.

Assim como no reino físico acontece com nosso corpo, no reino espiritual, pessoas exaustas, famintas, se não entrarem em estado de anemia profunda e morrerem espiritualmente, numa tentativa de permanecer na batalha acabam comendo todo tipo de coisa indevida e de forma errada. O episódio dos soldados do rei Saul conta dessa realidade: que além de não terem sido alimentados como deveriam, aqueles soldados ainda fizeram seus próprios sacrifícios, comeram sangue – o que era proibido pela lei (Deuteronômio 12.23 e 15.23), e ali mesmo onde estavam o comeram.

O alimento contaminado pelo mundo é o que mais fácil e encantador se acha quando a Casa do Pão (a Igreja) deixa de alimentar seus soldados. O alimento do Reino deve ser preparado sobre uma grande pedra, como Saul bem tipificou quando tentou reparar o erro dos seus soldados que teve origem no seu erro. Para nós, a Igreja do SENHOR, a grande pedra é Jesus Cristo, a Rocha Eterna e Inabalável (1Samuel 2.2; Deuteronômio 32.4; Isaías 44.8; Atos 4.11; Efésios 2.20).

É da Sua Palavra que deve sair o nosso alimento. É dos princípios das Sagradas Escrituras que devemos nos fartar. É sobre esta Rocha que os ensinos que alimentam nossas almas devem ser preparados.

Como estamos vivendo um tempo em que as pessoas interpretam a Bíblia a seu bel prazer e aplicam os ensinamentos do SENHOR segundo suas intenções pessoais, o resultado é uma massa muito grande de gente comendo qualquer coisa, de qualquer jeito, e doente espiritualmente...

O resultado é essa superficialidade espiritual que dá títulos às pessoas mas não lhes ensina o caminho da santidade.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O CHORO TERÁ FIM



“Bem-aventurados vocês,

que agora choram, pois haverão de rir”.

(Lucas 6:21)



A alegria que Jesus traz não é de um parque de diversão ou de uma piada hilária.

É de uma felicidade que nasce dentro de nós pelo imenso prazer

de estar vivendo a melhor de todas as vidas.

Como no caso daqueles com fome, Jesus não está exaltando a tristeza como virtude.

Ele está prometendo que aqueles que choram agora um dia haverão de rir.

Seguir Jesus eventualmente traz sofrimento e tristeza para todo discípulo.

Pode ser o afastamento de um amigo, a falta de compreensão

de um parente ou até perseguição por causa de Cristo.

Pode ser pelo nosso próprio pecado.

Seja qual for o motivo, a fé em Jesus é também a fé que um dia

"Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima" (Apocalipse 7:17)

porque o motivo daquela tristeza terá sumido para nunca mais

voltar e dará lugar a uma alegria imensa que durará para eternidade.


Dennis Downing

sábado, 17 de julho de 2010

SUFOCADO

"O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera." (Mateus 13:22)

A quantidade de pessoas materialistas que habitam nossas igrejas é assustadora. Eu não vou ser hipócrita: ganhar dinheiro e ter dinheiro é algo agradável e como brilhantemente Jesus colocou, é fascinante.

Poder comprar algo que deseje, poder ir além do necessário ainda que seja pequeno, tudo isso faz bem ao ego e nos deixa fascinados com o poder da riqueza.Mas o problema é justamente este. Nossa vida não pode ser dirigida nem centrada pelo nosso ego e sim pelo Espírito Santo de Deus.

Aquilo que agrada ou não nosso ego é irrelevante, o que importa é agradar a Deus. Se conseguirmos conciliar podemos ser muito realizados. Mas a fascinação das riquezas termina por sufocar a Palavra, que prega por exemplo que tudo passará - menos a própria Palavra.

Atenção a isso. Ao contrário da planta sem raiz que se seca, aqui a planta sufocada se torna infrutífera e portanto perde o sentido da sua existência. De que me vale um pé de trigo se não for para colher trigo?

Sombra não faz, para lenha não serve, comida não é. Pura palha. Palha normalmente serve para uma série de coisas, mas nenhuma delas da nobreza de produzir um fruto.

Assim é a vida das pessoas que se sufocam com suas agendas, carreiras profissionais ou acadêmicas, empregos, negócios, empreendimentos, lucros e riquezas. Tendem a terminar suas vidas como palha diante de Deus, sufocados pela fascinação.

Atente que na verdade o que se sufoca é a própria semente.É imprescindível que tenhamos sustento, trabalho, carreira, etc. Mas nada disso pode nos sufocar e se estiver nos fascinando já estamos no caminho errado.

Muito cuidado. Muita atenção. O Senhor nos desafia a levar a sério nosso compromisso de produzir frutos.

"Deus querido não permita me tornar em palha infrutífera pelo sufoco dos cuidados deste mundo ou pela fascinação pelas riquezas."

Pr Mário Fernandez

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Amontoando Riquezas... Que Riquezas?

"Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em
vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as
levará" (Salmos 39:6).


Você já viu uma lápide com um "$" escrito sobre ela? Eu
nunca vi. Conhecemos centenas de pessoas que viveram ou
ainda vivem com um único propósito: acumular riquezas.
Porém, não conhecemos ninguém que deseje que o juízo final
para sua vida seja baseado naquilo que ele conseguiu ganhar.
As pessoas desejam que, em seu obituário, todos possam ler a
respeito de sua vida a serviço da humanidade e não um
balancete de sua riqueza.

Qual tem sido a nossa meta para uma vida vitoriosa e feliz?
Ganhar muito dinheiro? Parece que nos últimos dias tem
aumentado o número de pessoas que se aplicam apenas a isso.
Até uma grande parte de nossas igrejas tem enfatizado a
"benção de ficar rico". Nos programas de televisão ou de
rádio, os testemunhos dizem apenas isso: "Eu agora tenho
dinheiro, tenho empresas, tenho carros, tenho..." e Jesus
Cristo, nosso Senhor e Salvador, que entregou Sua vida por
nós em uma cruz, não é citado uma vez sequer.

Seria essa a grande bênção a alcançar para nossas vidas
espirituais? Seria esse o caminho da vida abundante e
eterna? Foi para isso que o Senhor nos salvou?

Ser um vencedor não significa ter um grande patrimônio
financeiro. Ter uma vida abençoada não implica em aumentar a
conta bancária. Melhor que todo o ouro e prata deste mundo é
estar feliz diante do altar de Deus, é ter a certeza de que
Ele caminha ao nosso lado e que jamais nos abandonará, é
poder deitar e descansar tranquilamente. Ele nos prometeu
suprir as necessidades, não seria isso o bastante? E se Ele
quiser nos dar muito dinheiro, glórias a Ele. Estaremos
muito alegres, não apenas pelo dinheiro em si, mas, pela
bênção do Senhor ter desejado no-lo dar.

No dia em que o Senhor vier nos buscar, não lhe mostraremos
o extrato de nossas contas, mas os nossos corações, cheios
de amor, de bondade, do prazer de poder seguir com Ele para

as mansões celestiais.


Paulo Barbosa
Um cego na Internet

sexta-feira, 9 de julho de 2010

… eles desejam uma pátria melhor… uma pátria celestial... " – Hebreus 11:16 NAS

Abraão não sabia para onde Deus o estava levando; ele só sabia que não podia mais ficar onde estava. Não deve ter sido fácil para ele explicar isso aos seus amigos. Mas em vez de questionar Deus, buscando uma explicação lemos que: "Pela fé, Abraão... obedeceu... embora não soubesse para onde estava sendo dirigido" (Hb 11:8 KJV). Nem por um instante ele considerou a hipótese de voltar para casa quando as coisas ficaram difíceis. Ele sabia que Deus não estaria mais lá, esperando por ele. Jefté é lembrado nas Escrituras por sua espetacular vitória sobre os amonitas, e por um voto que fez a Deus antes da batalha, um voto que ele se recusou a quebrar: "Fiz um voto ao Senhor, e não posso quebrá-lo" (Jz 11:35 NKJV).

Israel ficou estacionado no deserto porque o povo continuava pensando no Egito. Todas as vezes que Deus dizia: "Vão para Canaã". Eles diziam: "Ah, mas lá no Egito nós desfrutávamos de…". Alguns de nós não conseguem desfrutar da vida cristã porque estão pensando no quanto o mundo era atraente. Como Israel, estamos pensando no alho e nas cebolas do Egito enquanto ficamos parados aqui no deserto só com o maná. Se você pensa assim, vai ficar andando em círculos! A vida que ficou para trás pode parecer atraente, mas Deus não está lá atrás; Ele está no seu futuro. Portanto, leia estas palavras com atenção: "… Se estivessem cogitando sobre aquela [terra] de onde saíram, teriam a possibilidade de voltar. Em vez disso, aguardavam eles pela pátria excelente, ou seja, a pátria celestial. Por esse motivo, Deus não se constrange de ser conhecido como o Deus deles, mas lhes preparou uma cidade" (Hb 11:15-16 KJV). Quando você anda com Deus, não há volta!

UCB - Brasil

terça-feira, 6 de julho de 2010

COMPADECER-SE, SIM. BAJULAR, JAMAIS!

"Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem."

Salmos 103.13





Um dos atributos de Deus é ser incorruptível (Romanos 1.23), ainda que se trate de satisfazer as paixões e vontades que, por muitas vezes, permeiam (quando não, inundam) os corações de alguns dos Seus filhos.



Por mais que Deus ame Seus filhos e tenha feito sacrifícios incomparáveis não só por eles mas também por todas as vidas que ainda não se tornaram filhas de Deus, o Senhor não Se permite ser induzido por nenhuma sequer das vontades dos homens que não seja compatível com a Sua.



Com a ampliação das tendas da Psicologia nos dias atuais, vemos uma distorção muito grande de princípios corretos e necessários para a educação dos filhos. Não porque a Psicologia imponha isso – embora, em certos casos, ela tenha contribuído muito – mas porque muitos pais têm se apoiado nela, interpretado erroneamente certos conceitos e deturpado termos essenciais para a formação do bom caráter em seus filhos. E assim, eles têm lhes conferido uma educação incompleta, na maioria das vezes, defeituosa. Falo de termos como "participação ativa", que tem sido substituído por uma prática de "ter notícias sobre todo o andamento da coisa". Ou, ainda, o ato de "tratar com carinho", que foi alterado pelo termo (e, pior: pela prática!!!) "bajular", "passar a mão na cabeça".



E o resultado é uma geração de pessoas cada vez mais mimada, acostumada a ter tudo e todos girando à sua volta e satisfazendo suas vontades. Uma geração inescrupulosa (ou, ao contrário, exageradamente acomodada, incapaz de andar com seus próprios pés), inconseqüente, irresponsável, e também portadora de uma integridade defeituosa.



Corrigir (não espancar) é um ato de amor que educa os filhos para a vida. Futuramente os filhos podem até serem deseducados pelas circunstâncias ou por vontade própria, mas nesse estágio, isso não mais será uma questão que incidirá diretamente sobre a responsabilidade dos pais, caso estes tenham feito realmente tudo o que esteve em seu alcance para garantir a boa educação dos seus filhos. E, biblicamente falando, uma boa educação inclui corrigir com severidade sempre que for preciso.



E Deus sabe muito bem disso. Ele Se esforça para dar o melhor para Seus filhos (embora muitos queiram ser independentes), Ele Se esforça para estar sempre presente (embora muitos O ignorem e até O excluam), Ele Se esforça para garantir a melhor vida para todos quantos ama (embora muitas pessoas não se importem nenhum pouco com isso ou interpretem isso de maneira errada à luz da Bíblia e acabem desistindo do Senhor). Mas Deus sabe que não será Sua culpa se essas vidas se perderem para sempre. Ele fez o que foi necessário e não poupou esforços para isso.



Contudo, uma coisa Deus jamais fará: Ele jamais bajulará um filho Seu para que este "fique comportado" por algum tempo (diferente do que a maioria dos pais tem feito).



Com muito amor, Deus ensina Seus filhos a cultivarem dentro de si as virtudes que farão deles pessoas de bem, com um caráter semelhante ao dEle. E isso envolve tanto os momentos de carinho nos braços do Pai quanto os momentos de correção severa quando for preciso. Acobertar erros ou ser conivente com eles, jamais.



"Já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho Meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por Ele fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos." (Hebreus 12.5-8)



Lemos que Deus Se compadece por nós como um pai se compadece dos filhos. Talvez você já saiba, mas quero retornar ao dicionário e relembrar os significados da expressão "compadecer-se":



"1 Sentir compaixão. 2 Sentir como próprios os sofrimentos alheios." (Dicionário Ruth Rocha)



Analisando os significados acima, recebemos duas gloriosas revelações sobre a imensidão do amor de Deus sobre Seus filhos.



A primeira refere-se ao primeiro significado, que é "sentir compaixão". Atenção para o verbo: "Sentir" e não "Ter". "Sentir" é algo que vem de dentro, que está intrínseco, nas entranhas da alma de Deus pois é próprio dEle, já está nEle e somente foi liberado no momento certo. Enquanto "ter" se refere a "obter" uma coisa ou um sentimento que antes não se tinha.



Assim é o amor de Deus: ele não vem de acordo com as circunstâncias, mas já está em Deus desde quando fomos projetados em Sua mente, em Seu coração... desde quando Ele sonhou conosco.



A segunda, referes-se a colocar-se no lugar da pessoa e sentir, como próprios, os sofrimentos alheios. Ora, sendo Deus Onisciente (Jó 34.21; Salmos 147.5 e 139.1-4; 1Crônicas 28.9; Atos 15.18; Hebreus 4.13), ao colocar-Se no lugar da pessoa que ama, Ele pode ver todos os problemas que a cercam bem como todos os erros e pecados que estão nela, e não só isso: Ele consegue enxergar com precisão a raiz de tudo. Por isso só o Senhor está apto a sanar nossos sofrimentos e resolver nossos problemas.



Não é gloriosa essa verdade? Deus não só pode sentir nossas misérias, mas pode tratar perfeitamente cada uma delas. E aqui entra a correção, os ajustes necessários ao nosso caráter, que implicam diretamente em conversas francas, confissões, renúncia, obediência, confiança.



São qualidades de um relacionamento íntimo e sincero entre pai e filho. Se isso funciona na vida familiar, sendo nós humanos cheios de falha e pecados, por quê tem que dar errado em nosso relacionamento com Deus, se Ele é a parte perfeita e plenamente competente da relação?



Ele Se compadece daqueles que O temem, isto é, Deus Se coloca na situação daqueles que temem o que possa acontecer se Ele não estiver no controle. Ele Se coloca na mesma situação, Ele vê o que é preciso ser ajustado, nascido ou eliminado, Ele faz o que é preciso para resolver as questões e conclui a Sua boa obra em nossas vidas ao ver Sua imagem sendo refletida em nós.



Deus não somente Se põe em nosso lugar e sente o que nós sentimos, como outra pessoa poderia fazer. Ele Se põe em nosso lugar para definir uma solução que nós não podemos ou não sabemos encontrar.



E muitas vezes a solução que precisamos exige mudanças radicais em nossa maneira de ser e de viver. E, para isso, a correção do Senhor é indispensável. Muitas vezes dói ser exortado, ter que abdicar coisas de valor (sejam elas físicas ou espirituais), ter que levar até algumas pancadas da vida para aprendermos a lidar com certas situações. Mas o resultado será a paz com Deus, uma graça que faz toda a diferença em nossas vidas.



Tudo o que Deus fizer é para o nosso bem. Ele jamais Se esforçará para prejudicar um filho a quem ame e que tenha temor por Ele. Talvez não entendamos isso diante de tantas circusntâncias difíceis que enfrentamos. Talvez não entendamos ou não queiramos aceitar as correções de Deus quando Ele tiver que tratar pessoalmente com nossas misérias espirituais.



Não nos esqueçamos, porém, que Ele é Pai e que Seus braços de amor sempre estarão nos amparando enquanto formos chamados de "Seus filhos", seja nos momentos em que nosso ser está sendo trabalhado por Deus, seja em momentos em que Deus está apreciando o resultado da obra de Suas mãos em nós.
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