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sábado, 24 de abril de 2010

DÍVIDAS PAGAS

"e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós
nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do
meio de nós, cravando-o na cruz"
Colossenses 2:14


Certa noite, durante o cerco de Plevna, o Czar fazia uma
ronda no acampamento e encontrou um homem que havia
adormecido enquanto escrevia uma carta para sua esposa. O
oficial contava sobre a dureza do trabalho atrás das
trincheiras e dizia que aquilo não era nada comparado às
suas muitas dívidas. "Quem pagará as minhas dívidas?"
escreveu ele. Foi nesse momento, chorando, que ele
adormeceu. O Czar, dando uma olhadela sobre os ombros do
soldado, leu o que estava escrito no papel. Então, ele
escreveu embaixo da pergunta: "Eu pagarei -- Alexander".
Quando o oficial despertou, não conseguia acreditar no que
via diante de seus olhos. Seu coração saltava de alegria.

E o nosso coração, tem saltado de alegria por saber que as
nossas maiores dívidas já foram pagas? Temos mostrado um
sorriso constante por podermos descansar na certeza de que
as dívidas que poderiam nos levar à perdição já foram
quitadas?

A maior de todas as nossas dívidas era com Deus. A rebeldia
do homem, a desobediência à vontade do Pai celestial, os
interesses pessoais e o descaso em relação a tudo que temos
recebido, para nossa alegria e felicidade, nos fizeram
grandes devedores diante do Senhor. Como poderíamos pagar
tão grande dívida? Haveria salvação para nós?

Sim, houve uma grande salvação. Alguém escreveu, com sangue,
em nossa ficha celestial: "Eu pagarei a dívida". Alguém que
nos amou sem que o merecêssemos. Alguém que, com muito
carinho, resolveu nos abraçar e proteger. Alguém que rogou
ao Pai que nos perdoasse. Alguém que pediu permissão para
nos preparar um lugar para estar com Ele por toda a
eternidade. Não foi o pagamento de uma simples dívida de
dinheiro, mas o pagamento de nossa dívida espiritual, por
nossos pecados, por nossa mesquinhez, por nosso egoísmo, por
nossas mentiras, por nosso ódio, por nossa constante
ingratidão. Jesus pagou o preço. Não temos mais dívidas.
Estamos livres. Livres para viver, para cantar, para dançar,
para correr e apreciar, sem preocupações, a beleza da
natureza.

Ele pagou o preço com Sua vida.
Ele morreu por nós.
Mas não está mais morto --
Ele ressuscitou!! Aleluia!!

Ele pagou o preço. Que maravilha!
Que grande bênção.
Estamos salvos!

(Pr. Paulo Barbosa)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

QUANDO DEUS PARECE DISTANTE

"Ele se esconde do seu povo, mais eu confio nelee nele ponho minha confiança" Is 8:17



Deus é real, a despeito de como você se sinta.

É fácil adorar a Deus quando as coisas vão bem —

quando ele provê comida, amigos, família, saúde

e situações felizes.

Mas as circunstâncias não são sempre agradáveis.

E como então você irá adorar a Deus?

O que você faz quando Deus parece estar

a milhões de quilômetros?

A mais profunda adoração é louvar a Deus

a despeito da dor, dar graças durante a provação,

manter a confiança nele em meio à tentação,

render-se a ele durante um sofrimento e amá-lo

quando ele parece distante.

Amizades são freqüentemente testadas por separação e silên­cio;

ou você é separado por uma distância física,

ou está impossibi­litado de conversar.

Na sua amizade com Deus,

não será sempre que você se sentirá próximo dele.

Quando Deus parece distante, você pode pensar

que ele está zangado ou o está punindo

por algum pecado.

E na verdade o pecado realmente o desliga de uma

amizade íntima com Deus.

Nós entristecemos o Espírito de Deus e sufocamos

nossa amizade com ele ao desobedecer,

entrar em conflito com outras pessoas, nos ocu­par

ou ter amizade com o mundo,

além de outros pecados.10

Mas freqüentemente esse sentimento de abandono

e afasta­mento de Deus não tem nenhuma

relação com o pecado.

É um teste de fé que todos devemos enfrentar.

Será que você continuará a amar, confiar, obedecer

e adorar a Deus, mesmo quando não sente a sua

presença nem há evidência visível da ação

divina em sua vida?

Diga a Deus exatamente como você se sen­te.

Derrame seu coração perante ele.

Descarregue todos os seus sentimentos.

Jó fez isso quando disse:

Por isso, não posso ficar calado.

Estou afli­to, tenho de falar, preciso me queixar,

pois o meu coração está cheio de amargura.

Quando Deus lhe pareceu distante, ele clamou:

Como tenho sau­dade dos dias do meu vigor,

quando a amizade de Deus abençoava a minha casa.

Deus pode lidar com suas incerte­zas, sua raiva,

seu sofrimento, sua confusão e suas indagações.

Concentre-se em quem Deus é

— sua natureza imutável.

Inde­pendentemente das circunstâncias e de como

você se sente, ape­gue-se ao caráter imutável de Deus.

Lembre-se daquilo que é eternamente verdadeiro

a respeito de Deus: ele é bom, ele me ama, está comigo,

sabe por que coisas estou passando,

ele se importa e tem um bom plano para minha vida.

V. Raymond Edman disse:

“Nunca duvide na escuridão do que Deus lhe

disse na luz”.

Confie que Deus cumprirá as promessas.

Em tempos de seca espiritual, você deve confiar

pacientemente nas promessas de Deus,

e não nas emoções.

Deve perceber que ele o está levando a um nível

mais profundo de maturidade.

Uma amizade baseada em emoções é na

verdade frívola.

Então, não fique preocupado com os problemas.

As circunstânci­as não podem mudar o caráter de Deus.

A graça de Deus ainda está a plena força;

ele ainda é a seu favor, mesmo que você

não possa senti-lo.

Na ausência de circunstâncias confirmativas,

Jó se apegou à Palavra de Deus.

Ele disse:

Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios;

dei mais valor às palavras de sua boca do que ao

meu pão de cada dia.

Essa confiança na palavra de Deus fez que

Jó permanecesse fiel, ainda que nada f

izesse sentido.

Sua fé foi forte em meio à dor:

Embo­ra ele me mate, ainda assim esperarei nele.

Quando você se sente abandonado por Deus

e mesmo assim man­tém sua confiança nele,

a despeito de seus sentimentos,

você o está adorando da forma mais profunda.

Lembre-se do que Deus já fez por você.

Se Deus nunca tivesse feito nada mais por você,

ele ainda mereceria seu louvor ininterrupto

pelo resto de sua vida, por causa do que Jesus fez

por você na cruz.

O Filho de Deus morreu por você!

Este é o maior de todos os motivos para adorar.

Jesus desistiu de todas as coisas para que você

pudesse ter todas as coisas.

Ele morreu para que você pudesse viver para sem­pre.

Somente isso já vale seu agradecimento

e louvor contínuo.

Você nunca mais deveria se perguntar

por que motivo deveria ser grato.



Meditando a Palavra Resumo do Livro "Uma vida com Propósitos" de Rick Warren - Passo 13
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