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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MEU ESCUDO

Porém Tu, Senhor, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça. Sal. 3:3.

Para entender o salmo de hoje, precisamos conhecer as circunstâncias em que Davi o escreveu. Ele estava fugindo dos seus inimigos. Sabe quem liderava o exército de seus perseguidores? Seu próprio filho, Absalão. Quase cercado por seus inimigos, o salmista subiu ao Monte das Oliveiras e ali chorou amargamente. Ia com a cabeça coberta e os pés descalços. Sua dor não era motivada apenas pelas circunstâncias críticas que seu governo enfrentava, mas pela tristeza de ver um filho rebelde, sem escrúpulos e com ânsia de poder.

O que este salmo fala para você, se o seu coração sofre pela rebeldia de um filho? Que mensagem você encontra neste texto se os seus inimigos colocaram um cerco tão grande a ponto de eles mesmos afirmarem: “Não há em Deus salvação para ele?” Qual é o drama que você está enfrentando hoje? Qual a dificuldade que parece não ter solução? É no lar? No trabalho? Na escola? No seu mundo interior?

Veja o que Davi, em lágrimas, diz ao Senhor: “Porém Tu, Senhor, és o meu escudo.” Perceba o “porém” com que o verso inicia. O fato de o Senhor ser seu escudo não quer dizer que você não vá enfrentar problemas. Neste mundo, sempre haverá dificuldades. A vida é a arte de solucionar problemas. Porém, o Senhor estará com você.

O fato de o Senhor ser o seu escudo também não significa que você não terá inimigos. Sempre haverá pessoas tentando atingi-lo sem motivo. Que utilidade teria o escudo se não houvesse flechas envenenadas das quais se proteger? É na guerra, nas lutas, na batalha e em meio aos tiros, que você vê o valor do escudo. O Senhor é o seu escudo. Podem vir ataques de todos os lados, mas em Jesus você estará sempre seguro.

A confiança de Davi no Senhor, como seu escudo, o levava a louvar. “És a minha glória”, dizia, e aí o rei descobriu outra realidade divina. Quando você louva, mesmo em meio às dificuldades, a dor diminui e você passa a perceber que existe solução, mesmo para as adversidades mais cruéis.

Por isso, hoje, antes de enfrentar os desafios que a vida lhe apresenta, apesar das adversidades, diga em seu coração: “Porém Tu, Senhor, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça.”

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

APROVEITA AS OPORTUNIDADES PARA SERMOS USADOS

“Ao romper do dia, Jesus foi para um lugar solitário. As multidões o procuravam, e,
quando chegaram até onde ele estava, insistiram que não as deixasse. Mas ele disse:
“É necessário que eu pregue as boas novas do Reino de Deus noutras cidades também, porque para isso fui enviado”. E continuava pregando nas sinagogas da Judéia”.
(Lucas 4:42-44)


Há muitas coisas boas que podemos fazer.
Ser honesto e trabalhador e cuidar bem das nossas famílias são
todas coisas que esperamos de um Cristão.
Devemos ser ativos na igreja, servir a outros e usar os dons que Deus nos deu.
Tudo isso é importante.
Mas, há uma coisa que o imitador de Jesus vê como "necessário" porque Jesus a viu assim.
A palavra grega traduzida pela frase "pregar as boas novas" corresponde mais
a outra palavra semelhante em língua portuguesa – "evangelizar".
Se Jesus podia resumir sua missão assim: "para isso fui enviado",
não deve ser o resumo da nossa missão também?
Enquanto trabalhamos, cuidamos, servimos e ministramos vamos lembrar de
aproveitar cada oportunidade para falar de Jesus para alguém.
Pode ser na parada do ônibus, na fila do supermercado
ou numa conversa casual com um colega ou vizinho.
Podem ser poucas palavras e sem muito preparo ou jeito.
Mas, podem ser para alguém palavras de vida eterna.
Pode ser que a única pessoa que vai expressá-las àquela
pessoa na parada, ao vizinho ou colega é você.
Será que não foi para isso que você também foi enviado?




Dennis Downing

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

“Ao entrarem na casa, saúdem-na. Se a casa for digna, que a paz
de vocês repouse sobre ela; se não for, que a paz retorne para
vocês.”
-- Mateus 10:12-13


PENSAMENTO:

“A paz de Cristo”! Quantas vezes ouvimos esta saudação? Podemos

até esquecer que é mais que um cumprimento. Na misteriosa realidade
do Reino dos céus, a paz de Cristo é algo real que o Cristão tem um papel fundamental em disseminar. É algo que, por seu intermédio, Deus dá ou retira. Fruto da recepção do Evangelho, a paz de Cristo é o fim da inimizade entre Deus e o homem. Quando aceita, ela traz bênção e perdão. Se rejeitada, ela trará um dia juízo e condenação.
A paz de Cristo não é apenas uma questão de aceitação mútua ou educação religiosa. Ela é uma realidade do plano espiritual com conseqüências eternas. É por isso que ela não fica onde não é bem vinda. Às vezes, quando nossas tentativas de compartilhar as boas novas não são bem recebidas, ficamos ressentidos, como se as pessoas estivessem nos rejeitando. A realidade é muito mais grave.
Ela está rejeitando o único e supremo Salvador. Ela está fechando a única porta pela qual ela poderia entrar na vida eterna. Ore bastante quando for compartilhar o Evangelho. Peça a Deus para que Ele prepare a pessoa para valorizar o que Ele, por meio de você, está oferecendo. E faça tudo dentro do seu alcance para que ela aceite a paz que Cristo oferece. Que Deus permita que, quando você for embora, uma coisa permaneça em cada lugar que você esteve – a

paz de Cristo.


Márcia Aparecida

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

DE FÉ EM FÉ, DE GLÓRIA EM GLÓRIA...

"(...) Da fraqueza tiraram força..."
Hebreus 11.34




Que coisa aparentemente mais sem lógica, não é?

Tirar forças da fraqueza, trazer coisas boas de onde não tem... Isso nada mais é que viver pela fé num mundo extremamente materialista.

A força do servo de Deus não está nele mesmo, mas no Deus que habita nele. E quando estamos fracos, é que estamos ainda mais fortes (2Coríntios 12.10), porque nosso próprio potencial deixa de ser exaltado para que Deus revele o dEle.

Quando nós diminuímos, o SENHOR cresce. Quando nós estamos fracos, a força do Salvador Se manifesta e se aperfeiçoa (2Coríntios 12.9). Quando nós nos tornamos nada, então Deus pode ser tudo.

E é assim que os verdadeiros filhos de Deus vão caminhando de glória em glória, de fé em fé, vencendo tudo o que vier...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SEM FÉ É IMPOSSÍVEL

A nossa tendência é não crer. Só cremos no que vemos, e ainda desconfiamos de estar enxergando mal. Somos pessoas que agem como Tomé: queremos ver para crer.

Crer que o emprego virá? Não; é mais fácil crer na porta fechada, na vaga preenchida ou na oportunidade perdida.

Crer na realização de uma boa prova? Não; é mais fácil crer que na hora teremos um branco tal que não nos lembraremos nem do nosso próprio nome.

Crer que ela dirá “sim”? Não; se nós tivéssemos dinheiro, beleza, fama, poder, se fôssemos outros, ainda teríamos alguma chance.

E assim caminhamos de desesperança em desesperança. Há até momentos em que, se por alguma razão as respostas nos são positivas tratamos de combatê-las, dizendo: “quando tudo vai bem é porque alguma coisa está mal ou ficará mal”.

É necessário combater essa incredulidade nata de nosso coração. Deus não se agrada disso. Eu sei que não é fácil acreditar naquilo que não se vê, naquilo que não se ouve, naquilo que não se toca. Mas a história está aí para provar que somente os visionários, aqueles que sentiram por antecipação, agradeceram com antecipação e mantiveram-se fixos num ideal venceram. E continuarão a vencer.

Deus diz em Sua Palavra: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hb 11:1). Se nós não vemos, porém cremos, então o que fazemos terá muito valor. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus(Hb 11:6).

Não é fácil manter a fé num mundo como o nosso. Bombardeados pela desconfiança somos convidados a duvidar todos os dias. Mas a palavra de Deus é muito clara: Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis. (Mc 11:24)

É claro que a nossa fé tem que ser baseada não em fantasias, não em bobagens, mas nas promessas da Palavra de Deus. Não devemos tirar os textos dos contextos por pretexto de fé. A bíblia sabiamente lida e interpretada é lâmpada e luz. Quando alicerçamos nossa fé no que Deus diz e não no que nós sentimos, então temos todos os motivos para agradecermos por antecipação. Aliás, isso agrada a Deus. Por isso se diz: Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. (Gl 3:6) Nós também podemos crer e crer em Suas promessas. E isso será justiça para nós.

Quando cremos descansamos. Somos capazes de colocar a cabeça sobre o travesseiro e dormir. Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança (Sl 4:8). Afinal já entregamos tudo nas mãos do Pai e confiamos em Seu poder e sabedoria.

Podemos dizer convictamente: os meus problemas não são mais nossos, mas são de Deus: Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1Pe 5:7)

Crer é uma opção do intelecto que afeta a alma. Por que viver na expectativa da tragédia se podemos viver esperando o que é melhor? Por que optar pelo não quando é possível e viável o sim? Deus sabe nos conduzir. E esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. (1Jo 5:4). Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. (Rm 8:37)



Wagner Antonio de Araújo
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